domingo, 12 de julho de 2009

Força de libertação II

Vela, caderno, caneta. Comecemos então;
"(...) e de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,dos instantes, e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
Não te deixarei morrer - Miguel Sousa Tavares.

Obrigada, a quem me tem apoiado nesta fase (não má, mas muito pouco boa) da minha vida. Parece que nesta altura tudo de menos bom me acontece, mas ainda bem que posso contar com... quase toda a gente. Têm sido parte da força que perdi, já que não a posso reaver toda.
Por isso e por tudo o que fazem pra me ver bem, mil obrigados aos mil abraços bem dados.

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